As gavetas, para as quais escrevemos, tornaram-se, de repente, pequenas e electrónicas, enquanto a ousadia de quem mata algum do pouco tempo livre a desenhar imagens com palavras, a guardar histórias no pasto virtual, cresceu bastante.
Alguns pedaços de um imaginário pessoal que é, ao mesmo tempo, um frincha sobre as paisagens dos nossos dias.
F(r)icções imprevistas ao sabor das penas que se levantam do chão, numa poeira digital.

comment? encravei logo na primeira linha..
Problemas no servidor?
Isto foi a transposição de uma coisa para efeito de testes mas resultou mal. Falta-lhe inclusive a primeira parte.
A primeira frase é apenas uma provocação.
as generalizações, com que gosto, por vezes, de vestir a escrita, são, para mim, uma forma de fazer caricatura, não só para distorcer, no exagero, quem está dentro, como também para ressalvar, pela ausência, quem está fora.
(ficou uma frase soluçada com tanta virgula